sexta-feira, 8 de outubro de 2010

83/95:familiares e parentes

Nosso universo familiar no ES era reduzido a nós,eu,Te,crianças,Joana(ainda solteira),dona Hilda e Adelino,todos morando juntos e ao Egydio,Ivone,Monica e Raul,morando,de inicio no bairro Horto,bem pertinho de nós.Fora daqui tinhamos minha máe,que como era só e com certa dificuldade de se locomover,bem gordinha,tinha se instalado em um apart-hotel na Usina da Tijuca,pertencente a Irmandade da Ordem Terceira de São Francisco,da qual meu pai tinha comprado uma cota para ela,já sabendo que pela diferença de idade(ele tinha vinte anos de idade a mais)ele partiria primeiro e onde ela tinha direito a um ap grande,confortavel,com banheiro,cozinha,para onde ela levou os móveis dela que quis e telefone e no qual tinha refeitorio e igreja,que ela adorava frequentar diariamente,carola que era.Alem disso tinha um monte de idosos,com os quais fez amizade e papeava,além das saídas para pequenas compras,normalmente na Praça Saens Pena,próxima,passeios e visitas a parentes e conhecidos.Essa irmandae,católica,era tão boa,que funcionava e funciona até hoje,anexa ao Hospital da Ordem Terceira da Penitencia,na rua Conde de Bonfim e lhe dava também direito ao tratamento médico tanto ambulatorial,como de internamento,tudo gratuito,pois ela era sócia remida.O que aliás,depois comentarei,salvou a vida dela,quando do derrame que teve.Em Belo Horizonte residia meu irmão Sidonio,então ainda na ativa do EB,recem casado pela segunda vez e com ele eu tinha contatos telefonicos seguidos,mas sem ir lá.O Ismael que eu tinha literalmente colocado dentro da PF,estava servindo em Fortaleza,casado com a Marilene e depois da fuga dele na ocasião do transplante,somente tinhamos contatos esporadicos.Tinhamos também no Rio,Arminda,Osvaldo e Anna Luiza,nossos compadres e afilhada e alguns parentes outros de Te,mais distantes,tios,primos e eu dos meus só primos com quem já tinha perdido o contato,já tendo falecido todos os meus tios.Assim,nessa época centramos nosso carinho,nossas atenções nos nossos em Vitoria e eu ia uma vez no inicio de cada mes ao Rio,de onibus,ver minha mãe e cobrar os aluguéis dos imoveis alugados e em inventário,dando dinheiro para ela e pagando as contas dela e deixando algum dinheiro com ela,colocando o resto em uma conta poupança,para pagar as despesas do inventario,que meu irmão Sidonio,tinha deixado comigo,como inventariante.Relações de amizade não tinhamos,aliás nunca fomos de ter,tanto por ser de nossa índole,como pelas mudanças continuadas,tendo apenas durante esses anos feito em todos os janeiros,feijoadas(aliás feitas pelo Egydio)para todos os médicos e familiares,que participaram do transplante de TE.Mas somente nessas condições.Mesmo o Mottinha,com quem eu tinha trabalhado na Prefeitura da Serra não eramos de visitar,ou seja uma vida de trabalho e em casa.Madeira

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