sexta-feira, 4 de setembro de 2009
A descoberta do sexo e as iniciações da turma da José Higino(1)
De inicio as punhetas,formalizadas após algum tempo alisando o pinto,geralmente no banho,sempre amparadas em alguma lembrança de alguma canela de uma menina vizinha(era o máximo visto) ou na de alguma gostosa vista na praia com um maiô Catalina ou ainda e nestas com direito a melar a página,nas fotos das misses quando do concurso Miss Brasil e posteriormente Miss Universo,fotos estampadas na revista "O Cruzeiro".Outra fonte de estímulo eram as revistas pornográficas suecas,coloridas eivadas de fotos de grandiosas e indecentes trepadas e outras putarias ou nesta linha as revistas desenhadas de Carlos Zéfiro de histórias de sacanagens.Ambos esses tipos de revista eram objeto de troca ou emprestimo e eram por todos guardadas embaixo dos colchões.A demora no banho entregava,mas candidamente mentia-se,alegando dor de barriga ou que se estava muito sujo.Depois foi a enrabação geral do nosso atacante Antonio Carlos,já descrita,que passou a desapertar a turma praticamente toda,aguentando todo o time juvenil(os outro ainda eram muito pequenos),tudo com um forte espirito de companheirismo e grande dedicação a nossa satisfação.Durante um tempo,até ocorrer a desconfiança e a pessoa ser devolvida para o interior do Rio,de onde tinha vindo,houve o primeiro conhecimento generico com uma "perseguida","periquita" ou nome similar,da Maria,empregada de um dos colegas o José Heitor,goleiro reserva do juvenil.Ele grande sacana,como era comum então,o filho do dono da casa aprender com a empregada os mistérios do amor,traçou a empregada,a Maria,pois os pais dele saiam de casa,face a ambos trabalharem o dia todo e ele quando não estava no colégio,ou seja a tarde ficava sozinho com ela,acabou por comê-la.Como bom adolescente falou para algum dos colegas,não lembro quem e este o convenceu a também comparecer e daí,no fim,tinha uns cinco ou seis comendo a Maria,no quarto dela ou no sofá da sala,dentro da casa dele,sempre com ele ou outro olhando para ver e avisar se o pais dele voltassem antes para casa.Lógico que ela era mal comida,que não sabimos das coisas,mas mesmo assim foi um milagre ela não ter engravidado.Foi um tempo bom,cheio de aventura e prazer novo:enfim conheciamos uma perereca...Dentro dessa história houve lances hilários e que acabaram por detonar a putaria dentro da casa do colega.Em um o Sergio dá Sorte,que era mais novo,do infanto,foi levado,por encher muito o saco dos maiores,para comer a Maria e não houve meio dele o conseguir,face ao nível de ansiedade que o dominou.Enqunto esperavamos do lado de fora,na varanda da casa,ele só suava em bicas e nada.Chegamos a remeter um do nossos maiores epecialistas em sacanagem,o Nelson,para ajudá-lo e nada foi conseguido.Outra vez,o Melequinha,por ser um grosseiro,um tremendo porra louca,foi excluído da esbórnia,que era organizada,com dia e hora marcada,para não levantar suspeitas,ficando inclusive a turma que comia Maria brincando com algum jogo na varanda do terreo,enquanto um estava lá dentro a comendo,pois bem o Melequinha tentou escalar um poste e entrar na casa pela varanda do segundo andar...Óbvio,quase foi linchado pela turma que não queria voltar a tocar bronha.Por fim a gota dágua que encerrou essa história foi com o Zé Carlos,figura complicada,grosso que doía que quis ir e lá,depois é que soubemos dessa parte da história,não conseguia fazer a penetração por ser avantajado e (ela era comida no quartinho dela ou no sofá da sala de visitas)pegou o cacete e o colocou no pote de manteiga que ainda estava na mesa do café,lambuzando-o para fazer o serviço.Como ele não contou para ninguém e depois tampou o pote,deu-se a merda,com o Heitor tendo de explicar a mãe o que ele tinha feito no pote de manteiga.Depois dessa acabou o ciclo Maria,não sei se os pais do Heitor desconfiaram ou os vizinhos e ela voltou para o interior,tendo conhecido as partes íntimas de meia duzia de carioquinhas.E quem era Maria?Mais velha que a gente,seus vinte e poucos anos,certamente já não mais virgem,pois não creio que tenha sido o Heitor o primeiro,bem rude,cabocla no falar e nos modos,branca,cabelo meio ruim,pernas e coxas grossas,seios rijos,de altura normal,com falha dentária,alguns dentes já expulsos da boca,nada que atraísse olhares,mas também nada que adolescente não atacasse.Foi a descoberta do sexo,acho que de todos nós,ou pelo menos do órgão sexual feminino.Após Maria,continuamos nas masturbações,mas passamos a catar mulheres,mesmo da chamada vida fácil.Algum dos nossos descobriu,ao passar próximo ao muro da fábrica da Brahma,na avenida Maracanã,que duas irmãs que moravam próximo em uma casa de comodos na José Higino,costumavam a ir para lá fornicar.Casa de comodo ou cabeça de porco era como chamavam-se construções grandes,com muitos quartos,numerados que eram alugados e com banheiros coletivos no fundo dos corredores onde ficavam os quartos.Seriam um tipo de pensões,hoteis horizontais,sem refeições,onde moravam pessoas mais pobres.Essas duas irmãs tinham caracteristicas físicas diferentes,mas ambas anômalas e ambas nos pés.Uma era aleijada das duas pernas,só andava de cadeira de rodas,que movia com uma manivela,com a mão direita e a irmã,até ajeitadinha,tinha uma perna mais curta e manquitolava.Bem as duas se viravam e faziam um dinheirinho lá no escuro atrás a Brahma.A do carrinho era só no boquete e a outra em pé,enconstadinha no muro,sendo necessário,como na piada,colocar para começar um tijolo debaixo da perninha seca dela e depois era a festa.Pronto estavamos feito,pois descobriramos uma nova orgia sexual.Era um tal de fazer vaquinha e ir para a Brahma e por dez cruzeiros nos realizavamos,inclusive com um novo modo de prazer.Mas toda festa tem fim e o cortiço,a casa de comodos foi interditada e depois demolida e perdemos mais essa boquinha.Madeira
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Outras da turma da José Higino
Nossos programas juntos eram,na maioria absoluta ligados ao futebol,como jogar pelada com bola de borracha no meio da rua,pois passava um carro de meia em meia hora,se tanto,com as balisas sendo transversais,ou seja,entre a parede de uma casa e uma árvore de um lado da rua e a outra da mesma forma do outro lado,dando assim uma dimensão maior ao nosso campo,isso com as inevitáveis reclamações de alguns vizinhos chatos,mas como as casas de então eram recuadas,com jardins,sem vidros quebrados,apenas com as puladas de muro para recuperar a bola.Depois nos aperfeiçoamos e descobrimos terreno baldios,dois ou três,em todos esses anos,onde com as nossas mãos,roçando,limpando,fazendo as traves,com madeira,pregos comprados,marcando com cal as laterais e as áreas e tendo assim um campinho bem arrumadinho,para grandes peladas e até jogos contra,aí já com bolas de couro,a famosa número cinco,como era chamada.Também,no inicio,bem criança,brincavamos de bandeira e carniça,que hoje estão em desuso,brincadeiras de correr e pular,como era o hábito de meninos então.O nosso código para chamar um aos outros era simples,era só ficar quicando a bola na frente da casa do colega até ele aparecer na janela e ser informado da pelada ou novo encontro,pois a maioria era combinada com antecedencia.A noite o comum era encontro na esquina para ficar jogando conversa fora,sempre sobre mulheres e futebol.Domingo era dia de praia de manhã(sabados eram então dias úteis,com aulas e trabalho normalmente,com algumas áreas de comércio,fechando às quatorze horas,na chamada "semana inglêsa,enquanto outras iam até às dezoito horas)e futebol no Maraca às tardes,sem problemas,com alguns indo com as camisas de seus times e sentando juntos,sendo torcedores e não inimigos como hoje.Também iamos para o Maraca nas noites de quarta,dia de jogos entre um grande e um pequeno,sendo os domingos sempre para os clássicos.Nos feriados ou domingos sem futebol,nas férias do jogdores,entre o natal e o carnaval,que correspondiam as férias escolares,iamos bater uma bola na Quinta ou no Alto da Boa Vista,nos gramados de lá,onde se fazia picniques e podia se pisar na grama.Também incrementava-se as idas a praia,de lotação,em especial Leme e Copacabana,então ainda bem selvagens,ou seja vazias.Passeios mais longos ocasionais ocorriam,como ir de barca as ilhas de Paquetá e Governador,para pegar uma praia.Para a praia,qualquer uma,sempre levava-se uma bola para jogar um pouco.Bicicleta,poucos tinham,eu tinha e não ligavamos muito não,justamente porque a maioria não tinha.O cinema na praça Saens Peña era um programa ou para a manhãs de domingo,principalmente se estivesse chovendo ou para as noites e era precedido de uma juntada de dinheiro(uma vaquinha) para irem todos que queriam,inclusive os que estavam duros.As matinês,nas manhãs de domingo eram nos cines América,sempre de mocinho,faroeste ou no Carioca,chanchada brasileira,com Oscarito,Grande Otelo e outros excelentes comediantes,ambos antecedidos de um jornal esportivo,o canal 100,que passava os melhores momentos do clássico da rodada anterior e de uma série de faroeste,que passava por capitulos.Duas grandes corridas/fugas ocorreram nessa época:uma quando andando pela rua Barão de Mesquita,em uma noite voltando de uma pelada,ao passar por um casarão soturno,imenso,que era residencia do jornalista de O Cruzeiro,principal revista carioca,David Nasser,resolvemos mexer no muro e em um buraco deparamos com um revolver:resultado:desatamos a correr,com medo do dono do mesmo aparecer e nos pegar;o outro foi quando um dos nossos,de brincadeirinha,mexeu em uma pilha de latas de leite condensado Moça(até hoje não gosto deste alimento,deve ter sido um trauma),fez com que a pilha desmoronasse e uma das latas caiu na cabeça de um cara fortão que estava de lado,cortando a cabeça dele,quando o cara passou a mão na cabeça e viu o sangue escorrendo,nós desatamos a correr,cada um para sua casa.Esta foram as diversões na minha adolescencia.Madeira
Higino Atlético Clube(2)
A maior sacanagem com o Higino ocorreu na sua dissolução.Conforme já falei a chegada ao segundo grau,de então,começou a nos separar na turma,face a irmos estudar longe, a começarmos a ter namoradas,a sermos mas sérios,alguns a trabalharem e com isso o Higino comçou a não ter jogos,a não jogar mais e havia um bom dinheiro em caixa.Resultado:a diretoria reuniu-se e resolveu acabar com o clubeco e que a grana existente seria destroçada pelos membros diretores em putarias,como um remuneração pelo trabalhos prestados por tantos anos,cabendo aos demais apenas ficarem com os uniformes.Assim,eu,Nelson,Osvaldo e alguém mais que era diretor,não me lembro quem, fomos para a esbórnia,gastando a grana em um final de semana,na zona do Mangue e em bebidas e passeios(Paquetá,praias,Quinta da Boa Vista,outros),sem gastarmos um tostão nosso,tudo às custas do caixa do extinto Higino.Não preciso nem dizer a merda que deu,com reclamações mil,que levavamos na gozação.Felizmente o resto da turma acabou aceitando e fim de papo,pois eles entenderam que não daria para todo mundo mamar...Outros lances,que eu lembro são:uma vez fomos jogar futebol de campo no Engenho de Dentro,no campo do Galitos F.C.e como não tinha vestiários,tivemos de deixar as roupas com que viemos dentro do nosso gol,com o nosso goleiro o Nelson tomando conta.De outra vez jogando no campo do Porcão,no Galeão,na Ilha do Governador,em um corner contra nós,fui marcar a balisa na primeira trave e senti um forte cheiro de merda e reclamei com o Nelson,nosso goleiro e ele confessou que foi dar um peido e tinha se cagado todo,o que aliás foi excelente pois ninguém ficava dentro de nossa área.Aliás o Nelson,padrinho de batismo de minha filha Flavia,era o mais agarrado comigo,pois tinhamos uma fortíssima simpatia,saindo sempre juntos,para todos os lugares.Era um figura impar,com resposta para tudo,de uma inteligencia privilegiada.Outro lance decisivo na vida do Higino foi a chegada do Antonio Carlos para morar na rua.Era um pouco mais velho que a gente,mas um companheirão,que jogava muito bem,era até ponta esquerda do juvenil da Portuguesa Carioca,para onde me levou para jogar depois.Nós todos achavamos que ele era viado,mas enrustido,como era imposição na época.Bem,fomos jogar em Sepetiba,onde a familia do Raul,nosso Diretor Social tinha uma casa de praia e onde arranjaram um jogo contra o time local.Bem lá tinhamos de dormir todos em camas de casal,dois a dois ou até tres e o Nelson e o Toni,principalmente este,um tarado de pimeira,resolveram tentar comê-lo e o plano foi encostar a cama de casal na parede e colocar o Antonio Carlos no canto da parede e de noite,no escuro,alisá-lo.Não deu outra coisa e de noite o Toni,que foi o primeiro,o enrabou,o mais silenciosamente possível,mas com todo mundo atento,fingindo que estava dormindo.Moral da história,a partir daí houve um revezamento e todo mundo comia o nosso atacante,reservadamente.Acho que foi a partir daí que o time teve um subida de produção,com muitas vitórias,pois diminuiram as punhetas,mas logo veio,talvez pelo cansaço,um decréscimo de produção...Outro episódio foi um jogo no ginásio do Colégio Batista,contra um time do morro do Salgueiro,o Rei de Espadas(nome interessante,não?),onde levei uma porrada no rosto de um dos crioulos que o compunham e caí durinho(o que era dificilimo,pois sempre joguei muito duro)e o Toni,que era muito forte,ameaçou o cara que tinha me chutado,ajoelhando-se e mandando o cara chutá-lo no rosto e como o cara não o fez,botou o time deles todinho para correr aos gritos e pontapés,enqunto eu era socorrido.De outra feita fomos jogar na quadra do Confiança,onde eu jogava futebol de campo e algum do nossos entrou violento em um adversário,o que redundou em quase sermos linchados,pela torcida,composta de operários da fábrica de tecidos Confiança,tendo todos corrido para o vestiário e trancado o mesmo,só conseguindo ir embora,face a minha mediação e pedidos pois eu jogava lá.Tempos gostosos e inesquecíveis,que eu viveria de novo,se possível...Madeira
terça-feira, 1 de setembro de 2009
O Higino Atlético Clube(1)
Momentos bons e loucos da turma,em especial do Higino Atlético Clube vem a memória volta e meia.Vamos enfileirar alguns,sem ordem cronológica,apenas dentro da primeira metade da década de cinquenta,ou seja,no período correspondente ao então ginásio e aos estudos no Marista,de 51 a 57,dos onze aos dezesseis anos de idade.O Higino viveu,mais ou menos esse tempo,pois depois veio exército,cientifico(fui fazer o clássico em Botafogo,no Colégio Andrews),namoros,empregos,enfim,estavámos todos,passando da meninice,chegando ao fim da adolescencia e por conseguinte,mudando os hábitos,mas não apagando os laços de amizade existentes.No Higino Atlético Clube arranjavamos jogo toda a semana,em qualquer dia a noite,contra o infanto e o juvenil dos incontáveis clubes de bairro,com quadra,existentes no Rio,Sempre fizemos jogos duros,principalmente o juvenil,que era bom.O então futebol de salão era jogado,com dois na defesa e dois no ataque,bem ortodoxamente e com muito vigor físico,não valendo gol de dentro da área,da qual o goleiro não podia sair,sob pena de ter anotada falta direta contra o time.Eu e o Damião tinhamos muita força física e baixavamos o pau,sem contemplações,enquanto o Toni e o Antonio Carlos,na frente chutavam bem e tinham também um bom físico,em especial o Toni,que era fortíssimo,sendo o Antonio Carlos,que jogava no juvenil da Portuguesa carioca(depois levou-me para jogar lá),canhoto,bom de bola e exímio driblador.No gol ou o Luis Carlos,"melequinha",sem grande técnica,mas muito raçudo ou o Nelson,malandrérrimo,que sabia tudo de bola.Lembro-me de que jogamos contra o Grajaú,tanto o Tenis como a Atlética,o Vila Isabel,a Atlética Carioca(onde depois fui jogar e disputar o campeonato carioca juvenil em 56),o Raio de Sol(onde o goleiro do primeiro time era um radialista iniciante,Washington Rodrigues,depois apelidado de "Apolinho",que ficou famoso e foi até técnico do Flamengo),o Maxwell,o Galitos,o Papitos,o Montanha,o Social Ramos Clube,o Municipal,o Maracanã,o Andaraí,o América,todos da zona norte do Rio e o Carioca da Gávea,o Fluminense(então um dos melhores de futebol de salão do Rio,que tinha como segundo goleiro o depois comediante famoso José de Vasconcellos),o Flamengo,na quadra da Praia do Flamengo,próxima da sede da UNE e outros que não lembro.A maioria dos clubes de bairro citados hoje não existem mais,basicamente pela especulação imobiliária.Também jogamos em quadras alugadas,contra outro clubes de turmas,principalmente em quartéis e escolas,enfim,contra quem aceitasse o nosso oficio solicitando uma partida amistosa,lá estavamos,indo de bonde,quando próximo ou de lotação,quando longe,após reunirmo-nos no bar ao lado da padaria Elba,na esquina da José Higino com a Conde de Bonfim.Este local ou a porta da vila José Higino eram os locais onde nos reuniamo-nos toda noite e direto nos fins de semana.Eu era o diretor de esportes e responsável por arrumar jogos,semanalmente.O clube vivia de mensalidades pagas pelos jogadores,de sócios contribuintes,que eram todos os nossos parentes e moradores das redondezas,de festinhas para arrecadar,de brindes e sorteios,sendo muito comuns,umas cartelas com nomes femininos,compradas em papelarias,com o nome sorteado escondido e que no fim ainda conseguiamos,pois os brindes eram uma porcaria,ficar com eles e fazer um novo sorteio,com uma nova cartela.Quem lavava os uniformes era cada usuário,que o recebia acautelado,sendo proibido a utilização fora dos jogos.Tinhamos até um madrinha eleita e que no fim era quem fazia e costurava para nós,os escudos e fazia outro serviçinhos do lar.Ela era irmã de um do nossos,a Marly,formada pela Escola Normal e já professora pública,o que então era sinonimo de alguém importante no Rio.Nossas cores eram o verde e amarelo,camisa amarela toda amarela,números verdes, com o escudo em formato de losango,com as letras maiusculas em verde, HAC,dentro, seguindo no tamanho o formato do losango,ou seja crescendo,ficando o A como o maior,por ser a do meio do losango,calções verdes e meias zebrads verde e amarelo.Bonito mesmo.Talvez tenhamos sido os precursores da numeração louca atualmente existente,pois como não disputavamos nada oficial,salvo pequenos torneios de bairro ou de jornal,colocamos números extravagante nas camisas,sendo eu,de sacanagem o 24,o Damião 13(português doido,que certa vez comprou um tenis de número maior e na sapataria do pai colocou por dentro uma biqueira de pau,para acertar melhor a canela dos outros)o Toni 99(o maior número,como ele era o maior) e o Antonio Carlos 11(um atrás do outro,pois era uma bichona,contida por exigência da época),e o Inácio 51(beque reserva,que bebia muito bem).Até futebol de campo jogamos,com maus resultados,pois não tinhamos onze bons de bola e da mesma idade.Madeira
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